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Fim de semana
Muitos andam reclamando a respeito dos meus posts, dizem que eu só conto coisa ruim.
Este post então será dividido em 2 partes: a primeira parte é a parte boa, daí quem não quiser saber a parte ruim lê só essa.
__________PARTE 1__________
Este final de semana fomos a Porto Seguro. Foi casamento do meu primo na barraca TôaTôa, a idéia era ir no sábado e voltar no domingo, participar do casamento no sábado e ainda curtir um pouco de praia no domingo.
O casamento foi lindíssimo, e muito animado. Adorei rever todo mundo. Só indo a Porto Seguro pra ver todos da família, pois eles não vêm aqui com muita frequencia.
No domingo fomos à praia, na barraca Axé Moi. Tava lotaaadaaa, sol fortíssimo. Fiz tatuagem de henna, comprei brinquinhos bonitinhos, dancei pra caramba.
Saímos de lá às 4 horas da tarde e chegamos em Vitória meia-noite.
__________PARTE 2__________
A viagem de ida foi tranquila até a gente chegar em Eunápolis.
De acordo com a lenda, de Eunápolis para Porto era um pulo.
O meu irmão foi dirigindo. Ele nunca havia dirigido até Porto Seguro, mas a idéia era que não seria muito difícil.
Passamos de Eunápolis, e não vimos mais placas para Porto Seguro. Eram sempre placas para Ilhéus, Salvador, Itabúna... Algo estava errado.
A gente já estava andando há muito tempo, e ninguém reconhecia a estrada mais. Todo mundo começou a ficar estressado, não havia nada nem ninguém na estrada pra gente se informar. Nessa hora minha mãe já brigava com Ricardo, que brigava comigo, que brigava com Camila... Até que a gente viu algumas pessoas no acostamento e resolvemos perguntar.
- Amigo, essa estrada dá em Porto Seguro?
- Não.
- Porto Seguro tá muito longe daqui?
- Tá sim.
Era tudo o que nós não queríamos ouvir. começamos a voltar sem saber o que havíamos feito de errado. Eram mais de 6 horas e o casamento era às 8:30.
Na volta vimos uma borracharia e perguntamos a quantos quilômetros nós estávamos de Porto Seguro. A resposta do cara foi um choque.
- Ah, uns 120 kilômetros.
Nós não conseguíamos acreditar que a gente pudesse ter passado tão longe de Porto, e o pior é que não havia nem um posto e o combustível já estava perto de terminar. Quando finalmente encontramos um posto para abastecer o meu irmão pediu que eu dirigisse.
Peguei o carro e fui. A estrada estava uma droga, cheia de buracos! O trecho de Itamarajú a Eunápolis era impossível de atravessar, era só buracos. Era aquela coisa de só se andar em primeira e segunda marcha e correr o risco de acabar com o carro. Isso só faz atrasar a viagem e gastar mais combustível.
Mas nesse trecho até que não tinha muitos buracos, por isso eu fui um pouco mais rápido. A direção estava puxando para a direita, provavelmente por causa de tantos buracos que desbalancearam os pneus.
Mas sem mais nem menos, mesmo com todos os meus esforços para desviar de um buraco, eu conseguir passar nele com o pneu dianteiro, e a porcaria do pneu furou.
Paramos para trocar. Não só o pneu havia furado, a roda estava quase quadrada. Amassou tudo!
Trocamos o pneu e fomos. O pior é que domingo em Porto a gente ia perder o nosso precioso tempo de viagem consertando o pneu.
Fomos correndo até porto, e chegamos lá na pousada às 20:30. Exatamente na hora do casamento. Achamos estranho que no TôaTôa ainda não tinha carros parados, mas eu corri pra tomar banho, pois ia demorar de arrumar o cabelo ainda. Estava super triste pq ia perder a cerimônia, e eu adoro cerimônias de casamento...
Depois que terminei o banho minha mãe chegou no quarto e deu a notícia:
- Priscila, aqui ainda são 19:30, pois na bahia não tem horário de verão! Dá tempo da gente ver a cerimônia!
Sensação adorável de alívio.
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Rotina...
*** Sem inspiração ***
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Baile de Formatura da Rúbia
*** RESSACA ***
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A Gisele novamente protagonizou a confusão da noite.
O telefone aqui de casa tocou de 8 horas da noite até às 10:30 (que foi a hora que eu saí) sem parar. Todos os telefonemas para mim.
O Guilherme ligou perguntando se podia levar o Renner, a Gisele ligou pq não sabia se ia ter carona até a minha casa, a Rúbia ligou oferecendo convites que sobraram, a Helen ligou pra saber que horas a gente ia sair, o Bruno ligou pelo mesmo motivo (detalhe que eles estavam juntos), o Guilherme ligou pedindo pra levar linha pra que ele pregasse os botões do paletó, a Gisele perguntou pra saber se dava pra levar a Geisa também... Finalmente: eu fui a carona oficial de Vila Velha e por isso ninguém deixou que eu me arrumasse.
Bom, mas isso não foi um problema. Não grande.
Saí de casa e fui buscar a Gisele. Peguei ela e a Geisa e fomos para o Álvares onde ia ter o baile. Detalhe que não é muito perto a nossa casa do Álvares.
Chegando lá não muito tarde (como eu queria), a Gisele lembrou que havia esquecido os convites em casa.
 Não acredito!
Pois acredite. Então começamos a ligar pra todas as pessoas possíveis de Vila Velha que viriam e todo mundo já estava no Álvares. Solução: voltar em casa.
- Gisele, toma as chaves do carro e vai buscar pq eu vou na festa.
Ela voltou pra buscar o convite. Ninguém merece!
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Desrespeito
Colação de grau da Rúbia ontem.
Como é de costume, a gente se reúne depois e sai pra algum lugar, ontem fomos na Swingers Lounge.
Quando eu me formei a gente foi lá também (Vitória tem muita opção, como podem ver) e conseguimos isenção de ingresso e pagamento apenas da consumação mínima. Ontem o máximo que a gente conseguiu foi desconto de 40% no ingresso. Começou mal então.
Eu não queria ir, mas a Rúbia insistiu, e então nós fomos. Estava legal até umas 2 horas, quando o meu pé começou a doer horrores e então eu fui sentar. Lá pras 3 horas a gente decidiu ir embora.
Enfrentamos uma fila enorme e pagamos. A Gisele então descobriu que na comanda dela, a qual ela nem tirou da bolsa durante toda a noite, tinha uma conta de R$ 26,00 de um mol de coisas que ela não tinha consumido. O caixa pediu a ela que falasse com o segurança.
O segurança (que obviamente não ia resolver nada) mandou ela procurar um tal de Marcelo do outro lado da boate. Ela foi.
Mais de meia hora depois ela voltou falando que é impossível fala com o Marcelo, pq ninguém sabe onde ele está ou fala que ele está ocupado. Então eu fui pro fundo da boate com ela novamente.
Tinha uma porta com um segurança na frente. Perguntei pelo Marcelo. Ele falou que o Marcelo estava ocupado, então eu expliquei que a gente estava querendo ir embora e não conseguia e que estávamos precisando falar com o Marcelo pra resolver um problema com a comanda da Gisele, blablabla... O segurança simplesmente ignorou o nosso problema e falou que quando dá essa hora todo mundo quer ir embora e vem cheio de problemas para eles resolverem (!!!!!).
Incrível! Eles têm um sistema que não funciona e a gente que arruma problema para eles. Ficamos lá em pé uns 20 minutos, o segurança ignorando a nossa presença. Daí derepente apareceram uns carinhas brigando, saindo na porrada por lá, então o segurança deu um mole e eu entrei na portinha.
Perguntei a todas as pessoas lá dentro se elas eram o Marcelo. Nada. Comecei a concluir que esse Marcelo era um fantasma ou amigo imaginário deles. Até que achei um rapaz que falou novamente que problemas de comanda era só com o Marcelo.
Saí e voltei para a entrada da boate. Perguntei novamente se o Marcelo estava por lá. Nada. Voltei lá atrás. Grosseria do segurança novamente e nada do Marcelo. Voltei para a entrada da boate e liguei para a polícia.
Uma mulher que me atendeu registrou uma ocorrência e falou que mandaria uma viatura. Daí o segurança falou que uma viatura havia chegado atrás da boate, então eu saí e fui correndo lá falar com o policial. Já havia passado quase 2 horas.
Expliquei a situação pro policial e perguntei se ele podia resolver. Ele só falou assim pro negão engravatado que trabalha na boate: "Fulano, resolve o problema dessa menina aqui". Na mesma hora o negão me acompanhou até a entrada da boate, eu chamei a Gisele, e ele foi resolver o problema.
Em 20 minutos a Gisele estava fora da boate - e isso já eram 5:30 da manhã.
No fim estava a Rúbia estressada (ela quase saiu na porrada com o segurança, gritando com ele que eles estavam acabando com a formatura dela, entre outras coisas) eu com o pé doendo muito mais ainda por causa do tanto que tive que andar e eu e Gisele com muita raiva da falta de respeito dos funcionário da swingers.
Eles nos trataram como se a gente não existisse, não nos respeitaram, não moveram uma palha pra resolver o nosso problema, repetiram milhares de vezes que só o Marcelo poderia resolver (sendo que no final, depois que a polícia chegou, não foi ele que resolveu) e fizeram grosseria atrás de grosseria quando a gente resolvia falar um pouco mais alto pra ver se eles ouviam. O segurança teve ainda a coragem de falar "Vc acha que vai resolver as coisas falando desse jeito?" no que eu prontamente respondi "Como que se ficando quieta eu fosse resolver alguma coisa".
Não é a primeira vez que alguém tem problemas por lá. Conheço 3 outras pessoas que tiveram problemas parecidos, e eles fazem exatamente isso: prendem as pessoas dentro da boate, não deixam sair, isso quando não agridem - tudo o que é contra a lei.
Tive um feeling e não estava querendo ir pra lá. Vou confiar mais no meu sexto sentido da próxima vez. E lembrem-se de não ir na swingers. Tem em várias capitais e pertence ao grupo Happy News.
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Voltei!!!
Reapareci galera!
Eu viajei no feriado, por isso não pude aparecer por aqui. Fui pra Itaúnas, uma Vila que fica no norte do estado, a 4 horas de carro de Vitória.
O interessante de Itaúnas é que por lá não tem nada, apenas praia e forró. Não sei se já falei pra vocês, mas eu a-m-o forró, adoro dançar, e o lugar perfeito pra dançar é em Itaúnas, que é conhecida nacionamente como a capital do forró.
Então a gente fica por lá usando chinelos e roupas simples o dia inteiro, pegando praia de dia e dançando à noite. Na verdade a gente dança o dia inteiro, pq lá toca forró na praia e a gente dança, toca forró à tarde na vila e a gente dança, e toca forró à noite nos bares e a gente dança. Mundo perfeito!
Desta vez foi muito legal, conheci uns gringos por lá (americano, alemão, húngaro e costa riquenha) e foi super divertido, pois eles estavam aprendendo português, e tudo que acontecia para eles era novidade. Não preciso nem dizer que eles faziam caipirinha todos os dias né?
O mais interessante foi que o americano se interessou em aprender forró, e eu tentei ensinar, e com 3 aulas (uma na praia, uma na vila e uma à noite) o cara estava dançando melhor que muita gente que eu tô tentando ensinar há séculos. Na verdade ele aprendeu tão rápido que eu fiquei assustada, nunca vi ninguém aprender forró tão rapidamente.
Mas mesmo com essa viagem maneira que a gente fez, eu fiquei um pouco chateada quando voltei, pois estou super-hiper atarefada no mestrado, e só descobri que eu estava ferrada quando cheguei. Engraçado que eu não consigo mais descansar em paz, tanto que desde que cheguei não consigo pensar que eu estou arrependida de ter viajado, pois se eu tivesse ficado em casa poderia estudar mais. Ó vida!
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Fiquei presaaaaa
Galera, imagina isso.
Ontem já tive a péssima notícia que foi saber que a empresa ia acabar.
Hoje quando eu estava chegando pra trabalhar pela manhã (atrasada pra variar), peguei o elevador de serviço, pois estava com pressa. Quando olhei para o painel de propagandas achei estranho pq mostrava apenas alguns números malucos, mas mesmo assim fui confiante. No meio do caminho o elevador parou.
 Não brinca!
E pra melhorar, as luzes se apagaram. Ficou muito escuro, e eu não sabia nem em que andar eu estava.
Então comecei a procurar pelo botão de emergência tateando o painel, pq eu não conseguia enxergar nada. Como o botão de emergência era diferente, então eu o encontrei. Cliquei, cliquei e cliquei, mas não ouvia nada e nada acontecia.
Peguei o celular para ligar para alguém, mas eu tinha desligado o display do dito cujo pois a luz gasta muita bateria. Maldita hora que eu fui fazer isso. Então eu não conseguia ver nada no celular. Comecei a clicar nos botões do elevador, que mantinham a sua luz enquanto estavam pressionados. Deu certo, daí consegui ligar a luz do celular e telefonei para a Christianne.
Ela ficou rindo um tempo e depois falou que ia resolver. Ligou pra mim dizendo que falou com a administração do prédio e que eles disseram que iam resolver. Esperei, esperei, esperei... aí cansei de ficar em pé, mas o chão do elevador é imundo, já que é um elevador de serviço. Coloquei os meus livros no chão e os usei para sentar.
Fiquei por lá uns 10 minutos. Aquela caixa escura e suja me fez ter alguns pensamentos estranhos, do tipo o que aconteceria se o cabo quebrasse... já que eu não sabia em que andar estava (só sabia que era antes do 12º, pois era esse o meu destino), eu poderia me machucar muito ou pouco...
Então o cara da manutenção chegou e abriu o elevador. O tempo que fiquei lá foi aproximadamente 30 minutos. Olhei para o meu salvador aliviada e falei: "Oba!" e ele começou a rir. Saí do elevador e descobrir que estava no L3 (aproximadamente 3º andar) e fui para o outro elevador. O rapaz ficou surpreso com a minha calma, e falou que um homem já ficou preso por lá, mas deu um escandalo quando saiu.
Bom, eu não precisava entrar em pânico. Ficar presa no elevador com certeza não é a pior coisa que me acontece aqui nessa empresa.
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Tô na rua!!!
Crise na empresa!
A empresa que eu trabalho é uma multinacional, e ela está há 14 anos em Vitória. Está indo muito bem, fomos eleitos a maior fábrica de software do Brasil em 2004, e todos os nossos clientes estão satisfeitos.
No entanto, uma ordem da multinacional, vinda de fora do Brasil, mandou fechar a empresa. Sem dó nem piedade eles estão colocando aproximadamente 100 pessoas na rua, no mercado de informática de Vitória, que já está saturado.
A notícia foi dada em reunião de comunicação, onde geralmente recebemos notícias boas. As pessoas ficaram tão chocadas que ninguém teve reação. Ficaram todos calados, inclusive quando foi-nos dada a chance de fazer perguntas.
Não consigo entender como isso pôde acontecer. Se fosse uma empresa brasileira, todos estariam super satisfeitos, pq tudo que a gente faz dá lucro, e muito. São quase 100 pessoas muito bem qualificadas, a melhor mão de obra da área em Vitória.
O setor de sustaining vai embora primeiro. Em dezembro já deve estar todo mundo em casa. O setor que eu trabalho, que é desenvolvimento, deve ficar provavelmente até abril ou maio para cumprir os compromissos com os clientes.
Estou tranquila, ainda tenho o mestrado, e talvez tirar um tempinho pra ficar só estudando pode ser bom. Nunca presenciei algo do gênero, mas fazer o que né? Isto é Brasil.
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Cafeína
Fui proibida de consumir cafeína. Em nome da saúde da minha pele, a minha dermatologista pediu que eu parasse de usar esta droga, que hoje é a mais popular do mundo.
- Corte principalmente o café, a coca-cola e o chocolate - disse a médica.
Moleza, pensei, mas eu estava enganada. De coca-cola já não gosto muito, chocolate eu não faço questão, mas o café...
Eu trabalho em escritório, então como ia deixar de tomar café? Bom, resolvi o problema comprando café solúvel descafeinado. E agora todo mundo ri de mim pq carrego um potinho de café pra cima e pra baixo.
Mas o pior é que estou tendo crise de abstinência. Mesmo tomando café sem cafeína, tive vontade de tomar o maldito café normal o dia inteiro. Fora o sono que estou sentindo.
Resolvi então buscar na internet como funciona a cafeína e os alimentos que a contém. É inacreditável, mas a cafeína está em tudo quanto é lugar. Vc pensava que era só no café né? Mas não, ela está presente nos refrigerantes à base de cola (coca-cola, pepsi, xxx cola - onde xxx é o nome do refrigerante genério da sua cidade), no guaraná, no chocolate, nos chás, na aspirina...
Mas vi também coisas interessantes, como a reportagem que diz que uma xícara de café pode ajudar a queimar calorias durante a 'malhação', que a cafeína é uma substância incluída nos regulamentos de dopping de todas as federações esportivas, e ainda que cafeína mata.
Se vc tiver interessado em se suicidar, pode tomar 53 expressos ou 35 litros de coca-cola.
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Feriadão!!!
Esse feriado eu aproveitei. Fui ontem a Meaípe, no Multiplace Mais para assistir o show do Emmerson Nogueira. Consegui as chaves de um apartamente do amigo do meu pai, que fica na enseada, com a idéia de passar a noite por lá, para não precisar vir dirigindo de manhã totalmente cansada.
Foi ótimo. O show foi 10, e hoje fomos na praia e almoçamos moqueca. Mas vamos contar as coisas que aconteceram em Acontecimentos Peculiares do feriadão.
Acontecimentos Peculiares do feriadão - parte I
Chamando Rúbia para ir para Guarapari pelo MSN.
Rúbia diz:
E então Priscila, vc acha que a gente vai fazer alguma coisa no outro dia?
Pity diz:
Não sei, Rúbia.
Rúbia diz:
Mas eu preciso saber!
Pity diz:
Pq?
Rúbia diz:
Pra levar uma roupa especial.
Pity diz:
Então leva uma roupa especial para o caso de a gente resolver fazer alguma coisa.
Rúbia diz:
Tá bom, mas uma roupa especial para fazer o q?
Pity diz:
...
Rúbia diz:
E então?
Pity diz:
Rúbia, faz o seguinte, leva uma roupa especial para cada ocasião que vc precisa de uma roupa especial: praia, bar, rapel, baile de formatura, qualquer coisa.
Rúbia diz:
Baile de formatura?
Pity diz:
...
Rúbia diz:
Poxa Priscila, eu fiz uma pergunta simples, e vc vem com essas respostas estranhas!
Pity diz:
...
Acontecimentos Peculiares do feriadão - parte II
Chegando na Enseada Azul, aquela fome, encontramos uma lanchonete.
- Garçom!
- Pois não!
- A gente vai querer um Hamburguer normal, um CheeseBurger normal e um EggBurger com queijo e sem salada.
Um tempo depois chegam 3 sanduíches: um hamburger sem salada, um ChesseBurguer com salada e um X-Tudo sem salada.
- Garçom, tá tudo errado. Não foi isso que a gente pediu.
O Garçom levou tudo, e trouxe de volta perguntando o que estava errado. Explicamos novamente. Daí ele trouxe um Hamburger sem tomate e um EggBurguer sem alface mas com tomate. Reclamamos, e aí o cara trouxe a cozinheira, que reclamou falando que o que o cara tinha escrito era aquilo. Vê se pode? Depois da gente quase morrer de fome comemos um Hamburguer sem tomate e um EggBurguer sem queijo.
Acontecimentos Peculiares do feriadão - parte III
Gisele pediu uma coca-cola no bar. O garçom veio e serviu utilizando aqueles copos de bar, tipo americano.
- Aiii não gosto desse copo!
- Como assim Gisele? O copo tá sujo?
- Não. Mas eu não gosto de beber nesse copo, meu pai vive comprando, mas eu odeio.
- ...
Acontecimentos Peculiares do feriadão - parte IV
O Show tinha acabado e a multidão estava se espalhando. A Rúbia segurou em mim e disse:
- Priscila, me segura que eu vou desmaiar.
Aí a experiente em desmaios aqui, ao invés de falar pra Rúbia sentar no chão logo, resolveu falar:
- Gisele, me ajuda a segurar a Rúbia aqui!!!
Pof! A Rúbia caiu desmaiada no chão.
Depois de todo mundo chegar e perguntar o que estava acontecendo, da gente soprar e abanar a vítima, ela acordou e levantou. Fomos ao centro médico para medir a pressão e chegou uma galera que tava caindo na porrada lá fora, chamaram seguranças e trouxeram ele pra dentro da área restrita para funcionários. A baixaria caiu solta.
Feriado agitado né?
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